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“Se o mundo inteiro me pudesse ouvir…”

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Tim Maia deixou 205 composições, todas produzidas sozinho, e elas foram gravadas 698 vezes. E seus herdeiros, biológicos ou não, receberão os direitos autorais de suas músicas até o ano de 2.068

 

Natural da cidade do Rio de Janeiro, tijucano de nascença e um talento infinito que atravessa gerações. Sebastião Rodrigues Maia é o nome de batismo de ninguém mais ninguém menos que Tim Maia, essa estrela do cenário musical brasileiro que, com uma voz in-con-fun-dí-vel, lançou inúmeros sucessos que fizeram (e ainda fazem) parte da vida das pessoas. A vida de Tim, como de todos os cidadãos brasileiros, passou pelo Registro Civil de Pessoas Naturais. O cantor e compositor teve seu nascimento registrado no 8º RCPN, cartório localizado na Tijuca, zona Norte do Rio, e teve o seu óbito registrado no 5º RCPN, este localizado no bairro de Botafogo, zona Sul da cidade.

 

Com histórico de uma vida desregrada, Tim Maia passou mal quando pisava no palco do Teatro Municipal de Niterói para a gravação de um show que iria ao ar pelo canal de TV por assinatura Multishow, no dia 15 de março de 1998. O cantor não enredou a primeira música e pediu ajuda a equipe. Foi levado de ambulância ao Hospital Universitário Antônio Pedro, na mesma cidade, e, por volta das 23h, sofreu uma parada cardiorrespiratória, mas foi reanimado e internado na ala da UTI coronariana. Segundo os médicos chegou com uma crise hipertensiva, um edema agudo de pulmão, instabilidade metabólica e de pressão, além de uma infecção pulmonar.

 

 

Seu estado teve pequena melhora nos dois dias seguintes, mas o cantor ainda respirava com ajuda de aparelhos. Uma parada cardíaca foi detectada às 13h03 do dia 15 e o cantor não reagiu às tentativas de reanimação. Em seu registro de óbito constam como causa da morte: choque séptico, edema agudo pulmão, infecção respiratória, hipertensão arterial, diabetes mellitus. Sebastião Rodrigues Maia foi sepultado no cemitério do Caju.

 

Além da causa da morte, na certidão de óbito do cantor constam informações intrigantes. Segundo o documento, o cantor não teria deixado filhos (biológicos). Mas a história de vida de Tim mostra outra versão. O cantor teria deixado três filhos, um deles biológico; os quais travaram uma disputa na justiça pela herança e bens deixados pelo artista em 2019, tema de uma grande reportagem da revista Veja, publicada no mesmo ano. Verdade ou não, a realidade é que foram 55 anos vividos envolto a muita polêmica dentro e fora dos palcos, um jeito único e in-con-fun-dí-vel de ser, assim como a sua voz.

 

Tim deixou um legado musical de discos gravados, músicas que foram sucesso em novela como a grande “Vale Tudo” e renderam participações em diversos programas da TV brasileira. O Ecad – Escritório Central de Arrecadação de Direitos Autorais fez um levantamento e conclui que Tim deixou 205 composições, todas produzidas sozinho, e elas foram gravadas 698 vezes. E seus herdeiros, biológicos ou não, receberão os direitos autorais de suas músicas até o ano de 2.068.

 

Fonte: Assessoria de comunicação – Arpen/RJ

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